Houve sim, festa grande.
Muita gente conhecida debaixo da ponte do Cais Sodré. Músicos tantos, jornalistas mais, dançantes imensos, tantos.
Entrei de braço dado com duas damas bonitas, Sophy e Suzana, dancei africanidade até ser tão tarde que já era cedo. Não fui o único. À volta havia bater de ancas ao ritmo da morna, sôdade, sôdade, Lisboa a crioular-se outra vez.
O B. Leza fechou portas mas resiste na diáspora. Volta depressa.
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